• Candidaturas à 8ª Edição do FNA abertas 2017.04.05

    O Food & Nutrition Awards está de volta para a edição de 2017. Nesta 8ª edição o FNA apresenta novidades.

    Depois do sucesso da sua 7ª edição, o FNA regressa com novas categorias: Produto Inovação, Sustentabilidade Alimentar, Investigação & Desenvolvimento, Indústria 4.0 e Educação Alimentar são as cinco categorias desta edição às quais se pode candidatar.

    As candidaturas estão abertas até dia 31 de Maio de 2017, sendo que serão auditadas e validadas pela APCER.

    Saiba mais em: http://foodandnutritionawards.pt/

     

     

  • Tesco lança sistema de informação para reduzir desperdício alimentar 2017.03.30

    Com o objetivo de combater o desperdício alimentar, a Tesco desenvolveu um sistema de informação que pretende ajudar os produtores e fornecedores a identificarem os pontos críticos da produção e da distribuição, permitindo uma ação mais rápida sobre os mesmos.

    Este sistema de informação assume-se como um novo elo de comunicação entre os fornecedores e os produtores parceiros da Tesco, permitindo-lhes alertar sobre os possíveis desperdícios alimentares. Assim, a cadeia de supermercados, juntamente com os fornecedores, pode tomar medidas eficazes que atenuem possíveis perdas.

    Esta linha já evitou, no verão do ano passado, o desperdício da colheita de morangos, que amadureceram num curto espaço de tempo devido às elevadas temperaturas. Como resposta a este acontecimento, a Tesco criou as condições necessárias para a comercialização mais rápida dos frutos, conseguindo escoar rapidamente a produção nos seus hipermercados e evitando que a produção fosse perdida.

  • 26,6% da população Portuguesa usa suplementos nutricionais 2017.03.20

    O Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade física mostra que 26,6% da população Portuguesa usa suplementos nutricionais sendo que a maioria pertence ao grupo etário dos adultos e idosos.

    O inquérito revela que 59,9% idosos usam frequentemente minerais sendo que o cálcio é o micronutriente mais ingerido. Nas crianças é mais frequente a suplementação de multivitamínicos (40,2%) e a principal vitamina ingerida é a vitamina D.

    Contudo apenas 37% das crianças com menos de 3 anos fez aleitamento leite materno durante menos de 4 meses e só 16,3% o fez durante 12 ou mais meses, um valor que devia ser maior.

    Este estudo analisa também os comportamentos alimentares dos portugueses. Tendo em conta este objetivo, verifica-se que nem toda a população faz as refeições do almoço e jantar diariamente. Das refeições intercalares, a mais frequente é o lanche da tarde, exceto nas crianças que é a merenda do meio da manhã.

    É de destacar que 11,6% da população adulta nacional compra produtos de agricultura biológica (com certificação), sendo que os produtos hortícolas e a fruta orgânica são os mais consumidos diariamente.

  • 10,1% das famílias portuguesas afirma que tem carências alimentares 2017.03.20

    No Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física, as famílias portuguesas indicam a  falta de recursos financeiros como razão para não fornecer alimentos suficientes a todos os seus membros.

    Tendo em conta o questionário realizado, os inquiridos afirmam não conseguir comprar os alimentos necessários para toda a família, uma vez que os seus rendimentos não são suficientes. 2,6% destas famílias indicaram, ainda, carências alimentares moderadas ou graves, referindo que ingerem poucos alimentos ou que “sentem fome”.

    A situação agrava-se quando as famílias possuem membros com idades inferiores a 18 anos. Em Portugal, 11,4% das famílias com problemas alimentares assumem ter a seu cargo menores, sublinhando que os mesmos não fazem uma alimentação saudável, adequada e variada. Analisando geograficamente, conclui-se que os maiores problemas de carência alimentar registam-se nas regiões do Alentejo, Madeira e Açores.

  • Mais de metades dos portugueses não têm uma prática regular de exercício físico 2017.03.20

    O Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física conclui que mais de metade dos portugueses não têm uma prática regular de exercício físico, sendo que o sedentarismo acentua-se cada vez mais.

    O estudo mostra que apenas 42% da nossa população tem uma prática regular de atividade física (incluí caminhadas), um valor bastante insuficiente garante Carla Lopes, coordenadora do inquérito.

    Os resultados tornam-se mais assustadores quando se analisa a relação entre os grupos etários e a prática de exercício físico.

    Conclui-se que só 36% dos jovens (15-21 anos), 27% dos adultos e 22% dos idosos (65 a 84 anos) são considerados fisicamente ativos, cumprindo com as recomendações atuais para a prática de atividade física promotora de saúde.

    O grupo com mais atividade física é o grupo dos rapazes/homens entre os 15 e 21 anos com cerca de metade na categoria ‘ativo’. Na mesma idade, apenas 20% de raparigas/mulheres são ativas. As zonas do país com maior percentagem de pessoas ativas são as do Norte, Centro e Regiões Autónomas.

    Por sua vez, o sedentarismo tem vindo a aumentar sobretudo no grupo etários dos idosos e dos adultos.

    Considerando a atividade física em todos os domínios, 43% da população Portuguesa com mais de 14 anos não cumpre qualquer critério internacional para a atividade física, podendo ser classificada no nível ‘sedentário’.

    As regiões Norte e AM Lisboa apresentam os valores de tempo sedentários mais elevados de Portugal. O Algarve destaca-se por ser a região com menor tempo passado em comportamentos sedentários.

    A região do Alentejo é a única com mais de 50% da população no grupo ‘sedentário’.

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