• Novas tendências na alimentação em debate 2017.06.05

    O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, encerrou a sessão de debate sobre “Novas Tendências na Alimentação – inovação, saúde e bem-estar ao serviço do consumidor”, que aconteceu hoje na Alimentaria&Horexpo Lisboa, na Fil, no Parque das Nações, um encontro promovido pela Alimentaria com o apoio do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde e da iniciativa Food & Nutrition Awards – plataforma multissetorial que distingue a inovação, as boas práticas, os projetos, os produtos e os serviços considerados inovadores no âmbito da indústria agroalimentar. Após a sessão, o governante visitou o espaço da feira sobre novas tendências na alimentação.

    As preocupações económicas, sociais e ambientais com a alimentação e estilos de vida saudáveis, que propiciam consciências cada vez mais despertas, foram o ponto de partida para a discussão sobre como o consumidor está a fazer evoluir todo o processo agroalimentar, desde a produção à distribuição, passando pela indústria.

    O debate contou com a presença de representantes da Direção Geral da Saúde, DECO, Ordem dos Nutricionistas, FIPA – Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares, entre outros convidados.

    Para além da discussão em torno das Novas Tendências na Alimentação, no que à inovação, saúde e bem-estar do consumidor diz respeito, foi também apresentada a plataforma “Nutrimento.pt”, um projeto da Direção Geral da Saúde, e o produto Fruut, da portuguesa Frueat, ambos distinguidos na sétima edição do FNA.

     

     

  • Candidaturas ao FNA alargadas até 19 de junho 2017.05.31

    O período de candidaturas para a 8.ª edição do Food & Nutrition Awards (FNA), iniciativa de referência que reconhece a inovação, as boas práticas, os projetos, os produtos e os serviços considerados inovadores no âmbito da indústria agroalimentar, foi alargado até dia 19 de junho.

     

    Os interessados têm agora mais tempo para inscrever o seu projeto no FNA – plataforma multissetorial e um agente mobilizador para o setor agroalimentar, agregado às áreas da Economia, da Educação e da Saúde.

     

    Ao FNA podem-se inscrever todas as pessoas singulares e coletivas, em nome individual, empresarial ou Administração Pública, que tenham projetos criativos e originais, cujas características promovam a implementação de políticas e modelos de boa gestão e/ou o combate ao desperdício alimentar.

     

    Produto Inovação, Sustentabilidade Alimentar, Investigação & Desenvolvimento, Indústria 4.0 e Educação Alimentar são as categorias deste ano.

     

    As candidaturas estão abertas até dia 19 de junho de 2017, e podem ser submetidas em foodandnutritionawards.pt. Os projetos apresentados serão auditados e validados pela APCER.

    Os vencedores serão conhecidos, como é tradição da iniciativa, por altura do Dia Mundial da Alimentação, em outubro.

  • Raparigas Portuguesas estão entre as mais sedentárias da Europa 2017.05.19

    O estudo sobre a Evolução dos Números da obesidade na Europa, realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), indica que as raparigas portuguesas estão entre as mais sedentárias da Europa sendo que as idades entre os 11 e os 15 revelam-se ser muito críticas.

    Segundo o relatório da OMS, as raparigas portuguesas estão entre as mais inativas da Europa, uma vez que apenas 16% das jovens com 11 anos pratica desporto. Mas os valores agravam-se com o aumento das idades.

    6% das jovens com 13 anos dedica uma hora por dia a uma atividade física moderada e apenas 5 % das adolescentes com 15 anos pratica desporto.

    Analisando os anos anteriores, verifica-se que estes valores são semelhantes, não tendo havido qualquer evolução positiva.

    No que se refere aos rapazes portugueses, os dados não são tão negativos. Aos 11 anos, 26% dos adolescentes praticam pelo menos uma hora diária de uma atividade física moderada. Aos 13 anos, o valor desce ligeiramente para 25% e aos 15 anos cai para os 18%.

    Analisando a evolução deste valor ao longo dos anos, conclui-se que houve uma ligeira subida na prática de exercício físico.

  • O consumo de fruta diminui e consumo de vegetais é baixo nas camadas jovens 2017.05.19

    Relatório sobre a Evolução dos Números da obesidade na Europa, realizado pela Organização Mundial de Saúde mostra que o consumo de fruta nas camadas mais jovens diminuiu entre 2002 e 2014, já o consumo de vegetais é insuficiente para prevenir a obesidade.

    40,9% é a percentagem de consumo de fruta pelos adolescentes portugueses. Um valor que não se revela ser baixo tendo em conta o panorama europeu. Contudo, este valor tem vindo gradualmente a diminuir entre 2002 e 2014, descendo 6,8 pontos percentuais neste período.

    Relativamente ao consumo de vegetais, só 28% dos adolescentes portugueses comem estes produtos diariamente. Contudo tem-se registado um aumento de 2% em Portugal entre 2002 e 2014.

    Por sua vez, os valores mais elevados do consumo de vegetais encontram-se na Bélgica e Ucrânia, onde ultrapassam os 50%.

    Neste relatório da OMS analisa-se a evolução dos índices de obesidade de 27 países e regiões, incluindo Portugal, entre 2002 e 2014.

  • Portugal é um dos países com mais adolescentes obesos 2017.05.19

    O estudo sobre a Evolução dos Números da obesidade na Europa, realizado pela Organização Mundial de Saúde, releva que Portugal é um dos países com maior percentagem de obesidade nos jovens sendo que a luta contra este problema não está a ter resultados.

    Assente na análise da evolução dos índices de obesidade de 27 países e regiões e os dados não são animadores para o nosso país, o estudo mostra que os adolescentes portugueses estão entre os mais obesos da Europa. Só a Grécia, a Macedónia, a Eslovénia e Croácia apresentam valores mais negativos.

    O documento  Adolescent obesity and related behaviours: trends and inequalities in the WHO European Region, 2002-2014, mostra que prevalência da obesidade nos adolescentes é de 5%, com especial incidência nos rapazes.

    6,9% dos adolescentes rapazes são obesos (um em cada 10) sendo que as raparigas registam um valor de 3%. Este número apresenta uma subida de 0,3% face a 2002, o que é bastante preocupante. O valor mais elevado na região europeia é registado na Grécia, com 6,5% de adolescentes obesos.

    A situação agrava-se quando se analisa que a maior parte dos jovens não recupera o Entre as principais causas para os elevados níveis de obesidade estão maus hábitos alimentares, pouca atividade física e comportamentos sedentários. O consumo de fruta e vegetais revela-se também uma grave problemática que contribui para a obesidade.

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