• Crianças da União Europeia em idade escolar vão receber leite, fruta e verduras 2017.08.02

    A União Europeia aumentou em 20 milhões de euros o seu orçamento para o novo regime que promove a alimentação saudável nas escolas. As crianças em idade escolar recebem agora leite, fruta e verduras.

    Em vigor no dia 1 de agosto o novo regime para a distribuição de leite e de vegetais e frutas nas escolas, que foram agregados, tem agora uma dotação de 250 milhões de euros anuais. Para Portugal, a dotação definida ascende a 5,5 milhões de euros.


    Este novo regime visa promover hábitos alimentares saudáveis entre as crianças, desenvolver programas educativos específicos para ensinar os alunos sobre a importância de uma boa nutrição e explicar como os alimentos são produzidos.


    Dar-se-ão assim aos alunos, principalmente, fruta fresca, verduras e leite. Produtos transformados, como sopa, compotas de fruta, sumos, iogurtes e queijo podem também ser distribuídos se essa opção for aprovada pelas autoridades sanitárias nacionais. Não está autorizada a adição de açúcar, sal e gordura, salvo se as autoridades nacionais de saúde permitirem quantidades limitadas.


    No entanto, produtos com sabores, como o leite com chocolate e os iogurtes de fruta serão admitidos, embora a UE só pague o leite que contêm, que deve perfazer 90% ou, em casos raros, 75% do produto final.

  • Professor de Harvard considera que doenças são o resultado das escolhas feitas 2017.07.26

    Edward Phillips, professor de medicina de Harvard, defende que as doenças resultam de más escolhas alimentares feitas ao longo da vida.

    Com um percurso profissional notório na área da medicina, Phillips, fundador e diretor do Institute of Lifestyle Medicine, considera que mais de dois terços das doenças existentes são resultado das más escolhas de saúde que cada individuo faz. Isto traduz-se nos alimentos ingeridos, exercício praticado, horas de sono e maus hábitos (fumar e consumir álcool ou drogas).

    Segundo Edward Phillips, a modificação destes comportamentos evitaria a maioria dos casos de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, diabetes e cancro.

    O professor acredita que as pessoas têm a consciência de que praticar exercício, ter uma alimentação saudável e descansar adequadamente são hábitos fundamentais para a saúde. Contudo, devido ao stress e saturação do quotidiano optam por hábitos que prejudicam o seu bem-estar.

    Phillips considera ainda que as escolas e universidades têm um papel fundamental na promoção de estilos de vida saudáveis, através da implementação de aulas de atividade física, controlo de stress e preparação de refeições equilibradas. 

  • 40% dos Portugueses confessa fazer dieta. 2017.07.14

    Segundo estudo realizado pela Nielsen, os portugueses têm mais consciência sobre o excesso de peso e tentam combatê-lo. Contudo, alguns deles não adotam as melhores práticas para o efeito.

    Este estudo é assente na análise de consumos da população portuguesa, visando aferir sobre a adoção de estilos de vida saudáveis.

    Através deste estudo conclui-se que fazer dieta já é uma forma de vida para 40% dos portugueses (contra apenas 28% dos europeus). No entanto, mais de metade assume que comer esporadicamente alimentos menos saudáveis não lhes traz problemas para a saúde e que quantidades moderadas de açúcar podem fazer parte de uma alimentação saudável. Somando a isto, 44% admite que quando fazem uma pausa para um snack, optam habitualmente por alimentos indulgentes, em vez de fruta ou vegetais. 

    Para saberem se um produto é saudável, os consumidores portugueses recorrem aos rótulos com informação nutricional (54%), às mensagens existentes na embalagem (45%), aos profissionais de saúde (43%) e aos websites da área da saúde (40%). 

    Por fim, este estudo revela que os portugueses ambicionam consumir mais frutas e vegetais (57%) e reduzir o consumo de doces (52%), de alimentos com açúcares adicionados (49%) e de alimentos ricos em gorduras saturadas (43%).

  • Consumidores Portugueses evitam o açúcar 2017.07.11

    O estudo da Nielsen, sobre as tendências de consumo da população portuguesa, revela que os portugueses estão mais preocupados com as quantidades de açúcar na sua alimentação.

    Segundo dados do inquérito, conclui-se que a maioria dos inquiridos revela que olha para as quantidades de açúcar presentes em cada produto. Afirmando ainda que o tipo de adoçante presente no produto pode influenciar a sua decisão de compra, tanto de alimentos como de bebidas.

    Conscientes dos efeitos do açúcar, a maioria dos inquiridos assumem claramente que o açúcar natural dos ingredientes é mais saudável do que o adicionado ao produto. 

    Neste estudo, aferiu-se também a opinião dos consumidores sobre as quantidades de açúcar presente nas bebidas. As opiniões são unânimes: a maioria dos consumidores considera que as quantidades de açúcar existentes nas bebidas são demasiado elevadas e que a redução destas poderia ajudar a controlar o peso.

    Concluiu-se ainda que  os consumidores assumem estar mais disponíveis para consumir, nos próximos meses, mais bebidas saudáveis (como sumos naturais e águas) e pretendem passar a consumir menos sumos com sabores, bebidas com gás, entre outros. 

  • Portugueses preocupados com a Saúde e Bem-estar 2017.07.06

    Segundo estudo realizado pela Nielsen, os portugueses estão mais preocupados com a sua saúde e bem-estar. A procura de produtos mais saudáveis ou com maiores benefícios para a saúde aumentou.

    O estudo da Nielsen centra-se nos consumos da população portuguesa no que se refere aos alimentos, especiarias e ingredientes.

    Verifica-se que, entre a lista de alimentos e especiarias, os consumidores portugueses destacam o iogurte (81%), o feijão (71%), a couve-de-folhas (64%), o salmão (64%) e o chá, essencialmente preto, verde e hibiscus (55%), como os produtos saudáveis que mais consomem. 

    Já no que se refere aos ingredientes, os dados demostram que os portugueses escolhem tendo em conta dois fatores-chave: sabor e benefícios que possam trazer para a saúde. Mirtilos, cacau, hortelã-pimenta, nozes, iogurte são os ingredientes de eleição no que toca ao sabor.

    Por sua vez, as sementes de chia, o gengibre e das bagas de goji estão no top das preferências dos consumidores devido aos seus benefícios para a saúde.

     Os consumidores revelam ainda utilizar alguns alimentos essencialmente para refeições (os feijões ou os feijões de soja) e outros para bebidas (a hortelã-pimenta, o cacau).

    O estudo demostrou ainda que 72% dos consumidores portugueses (contra apenas 45% dos europeus) acreditam na eficácia dos super alimentos na prevenção de algumas doenças e 66% gostaria de ter mais informação sobre estes produtos, de forma a incluí-los na sua alimentação. É de destacar que quase metade dos inquiridos admite que os super alimentos podem substituir algumas prescrições médicas. 

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