• 40% dos Portugueses confessa fazer dieta. 2017.07.14

    Segundo estudo realizado pela Nielsen, os portugueses têm mais consciência sobre o excesso de peso e tentam combatê-lo. Contudo, alguns deles não adotam as melhores práticas para o efeito.

    Este estudo é assente na análise de consumos da população portuguesa, visando aferir sobre a adoção de estilos de vida saudáveis.

    Através deste estudo conclui-se que fazer dieta já é uma forma de vida para 40% dos portugueses (contra apenas 28% dos europeus). No entanto, mais de metade assume que comer esporadicamente alimentos menos saudáveis não lhes traz problemas para a saúde e que quantidades moderadas de açúcar podem fazer parte de uma alimentação saudável. Somando a isto, 44% admite que quando fazem uma pausa para um snack, optam habitualmente por alimentos indulgentes, em vez de fruta ou vegetais. 

    Para saberem se um produto é saudável, os consumidores portugueses recorrem aos rótulos com informação nutricional (54%), às mensagens existentes na embalagem (45%), aos profissionais de saúde (43%) e aos websites da área da saúde (40%). 

    Por fim, este estudo revela que os portugueses ambicionam consumir mais frutas e vegetais (57%) e reduzir o consumo de doces (52%), de alimentos com açúcares adicionados (49%) e de alimentos ricos em gorduras saturadas (43%).

  • Consumidores Portugueses evitam o açúcar 2017.07.11

    O estudo da Nielsen, sobre as tendências de consumo da população portuguesa, revela que os portugueses estão mais preocupados com as quantidades de açúcar na sua alimentação.

    Segundo dados do inquérito, conclui-se que a maioria dos inquiridos revela que olha para as quantidades de açúcar presentes em cada produto. Afirmando ainda que o tipo de adoçante presente no produto pode influenciar a sua decisão de compra, tanto de alimentos como de bebidas.

    Conscientes dos efeitos do açúcar, a maioria dos inquiridos assumem claramente que o açúcar natural dos ingredientes é mais saudável do que o adicionado ao produto. 

    Neste estudo, aferiu-se também a opinião dos consumidores sobre as quantidades de açúcar presente nas bebidas. As opiniões são unânimes: a maioria dos consumidores considera que as quantidades de açúcar existentes nas bebidas são demasiado elevadas e que a redução destas poderia ajudar a controlar o peso.

    Concluiu-se ainda que  os consumidores assumem estar mais disponíveis para consumir, nos próximos meses, mais bebidas saudáveis (como sumos naturais e águas) e pretendem passar a consumir menos sumos com sabores, bebidas com gás, entre outros. 

  • Portugueses preocupados com a Saúde e Bem-estar 2017.07.06

    Segundo estudo realizado pela Nielsen, os portugueses estão mais preocupados com a sua saúde e bem-estar. A procura de produtos mais saudáveis ou com maiores benefícios para a saúde aumentou.

    O estudo da Nielsen centra-se nos consumos da população portuguesa no que se refere aos alimentos, especiarias e ingredientes.

    Verifica-se que, entre a lista de alimentos e especiarias, os consumidores portugueses destacam o iogurte (81%), o feijão (71%), a couve-de-folhas (64%), o salmão (64%) e o chá, essencialmente preto, verde e hibiscus (55%), como os produtos saudáveis que mais consomem. 

    Já no que se refere aos ingredientes, os dados demostram que os portugueses escolhem tendo em conta dois fatores-chave: sabor e benefícios que possam trazer para a saúde. Mirtilos, cacau, hortelã-pimenta, nozes, iogurte são os ingredientes de eleição no que toca ao sabor.

    Por sua vez, as sementes de chia, o gengibre e das bagas de goji estão no top das preferências dos consumidores devido aos seus benefícios para a saúde.

     Os consumidores revelam ainda utilizar alguns alimentos essencialmente para refeições (os feijões ou os feijões de soja) e outros para bebidas (a hortelã-pimenta, o cacau).

    O estudo demostrou ainda que 72% dos consumidores portugueses (contra apenas 45% dos europeus) acreditam na eficácia dos super alimentos na prevenção de algumas doenças e 66% gostaria de ter mais informação sobre estes produtos, de forma a incluí-los na sua alimentação. É de destacar que quase metade dos inquiridos admite que os super alimentos podem substituir algumas prescrições médicas. 

  • Novas tendências na alimentação em debate 2017.06.05

    O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, encerrou a sessão de debate sobre “Novas Tendências na Alimentação – inovação, saúde e bem-estar ao serviço do consumidor”, que aconteceu hoje na Alimentaria&Horexpo Lisboa, na Fil, no Parque das Nações, um encontro promovido pela Alimentaria com o apoio do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde e da iniciativa Food & Nutrition Awards – plataforma multissetorial que distingue a inovação, as boas práticas, os projetos, os produtos e os serviços considerados inovadores no âmbito da indústria agroalimentar. Após a sessão, o governante visitou o espaço da feira sobre novas tendências na alimentação.

    As preocupações económicas, sociais e ambientais com a alimentação e estilos de vida saudáveis, que propiciam consciências cada vez mais despertas, foram o ponto de partida para a discussão sobre como o consumidor está a fazer evoluir todo o processo agroalimentar, desde a produção à distribuição, passando pela indústria.

    O debate contou com a presença de representantes da Direção Geral da Saúde, DECO, Ordem dos Nutricionistas, FIPA – Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares, entre outros convidados.

    Para além da discussão em torno das Novas Tendências na Alimentação, no que à inovação, saúde e bem-estar do consumidor diz respeito, foi também apresentada a plataforma “Nutrimento.pt”, um projeto da Direção Geral da Saúde, e o produto Fruut, da portuguesa Frueat, ambos distinguidos na sétima edição do FNA.

     

     

  • Candidaturas ao FNA alargadas até 19 de junho 2017.05.31

    O período de candidaturas para a 8.ª edição do Food & Nutrition Awards (FNA), iniciativa de referência que reconhece a inovação, as boas práticas, os projetos, os produtos e os serviços considerados inovadores no âmbito da indústria agroalimentar, foi alargado até dia 19 de junho.

     

    Os interessados têm agora mais tempo para inscrever o seu projeto no FNA – plataforma multissetorial e um agente mobilizador para o setor agroalimentar, agregado às áreas da Economia, da Educação e da Saúde.

     

    Ao FNA podem-se inscrever todas as pessoas singulares e coletivas, em nome individual, empresarial ou Administração Pública, que tenham projetos criativos e originais, cujas características promovam a implementação de políticas e modelos de boa gestão e/ou o combate ao desperdício alimentar.

     

    Produto Inovação, Sustentabilidade Alimentar, Investigação & Desenvolvimento, Indústria 4.0 e Educação Alimentar são as categorias deste ano.

     

    As candidaturas estão abertas até dia 19 de junho de 2017, e podem ser submetidas em foodandnutritionawards.pt. Os projetos apresentados serão auditados e validados pela APCER.

    Os vencedores serão conhecidos, como é tradição da iniciativa, por altura do Dia Mundial da Alimentação, em outubro.

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